1. O domínio da língua portuguesa é requisito básico na profissão. Habitue-se a ler diariamente jornais, revistas e livros e a manter-se atualizado com os demais meios de comunicação.
2. Prepare-se para passar alguns sábados e domingos dentro de uma redação ou na rua apurando uma matéria. A notícia não cumpre agenda e precisa ser divulgada todos os dias, sem descanso.
3. Saiba que o trabalho em equipe é importante na profissão. Ouça o que as pessoas têm a dizer, aprenda com os mais velhos e respeite os mais jovens. O jornalismo é uma carreira dinâmica, e nada melhor do que construir uma sólida rede de contatos.
4. Nem o melhor dos jornalistas sabe tudo de todos os assuntos. Seja humilde e, em dúvida, não tenha vergonha de perguntar.
5. Domine as ferramentas básicas de informática e aprenda um ou mais idiomas, em especial o inglês.
6. Descubra "quem é quem" na área; mais do que isso, saiba construir sua rede de relacionamento, sua network, importante em qualquer carreira, principalmente na área de comunicação.
7. Seja curioso, busque novos conhecimentos e amplie seus horizontes. Um bom jornalista tem na bagagem um vasto repertório de informações.
8. Seja ético e honesto em seu trabalho, pois só assim conseguirá o respeito e a credibilidade que o distinguirão na carreira.
9. Procure especializar-se numa área pela qual você tenha interesse genuíno.
10. Valorize a vida acadêmica e desenvolva senso crítico para ingressar e permanecer no mercado de trabalho.
Fonte: http://www.mundouniversitario.hldo.com/mandamentos.htm
quinta-feira, 20 de agosto de 2009
Jornalismo
"O jornalismo é, antes de tudo e sobretudo, a prática diária da
inteligência e o exercício cotidiano do caráter." Cláudio Abramo
inteligência e o exercício cotidiano do caráter." Cláudio Abramo
quinta-feira, 23 de outubro de 2008
Passageiros reclamam da longa espera por ônibus em Mussurunga
Por Sara Gomes
Às 6 horas da manhã, as filas na Estação Mussurunga já parecem intermináveis e os ônibus que possuem capacidade para 90 pessoas, sentadas e em pé, saem com mais de 100 passageiros. Em meio ao desconforto, a maioria reclama das péssimas condições em que são transportados. “Isso é um absurdo. É vergonhoso o trabalhador digno, que levanta cedo, ter que pegar um ônibus lotado como esse”, reclama a empregada doméstica Jacira Campos, 32 anos, enquanto aguarda a chegada do coletivo que vai levá-lo ao emprego.
Com capacidade para atender a cerca de 100 mil usuários por dia, a Estação Mussurunga, construída para desafogar o trânsito na região da Avenida Paralela (que integra bairros como Mussurunga, Itapuã, São Cristóvão, Alto do Coqueirinho e Bairro da Paz), desperta queixas dos usuários incomodados com o serviço oferecido. Eles reclamam de filas longas e do tempo de espera por ônibus como aqueles que servem às linhas de Jardim das Margaridas, Imbuí e Brotas.
“Acredito que os intervalos dos ônibus deveriam ser reduzidos nos horários de 7h e 18h. Durante os outros horários não tem necessidade do intervalo entre um ônibus e outro ser de 15 minutos”, afirma a moradora do Parque São Cristóvão, Marjorie Paz. Para ela, os microônibus - que têm substituído ônibus em áreas - deveriam ser descartados, sobretudo, nos horários de maior movimento, quando aumenta a quantidade de pessoas saindo ou chegando em casa.
Segundo o gerente de projetos da Secretaria de Transportes Públicos de Salvador (STP), Moisés Ataíde de Brito, a frota aumenta de acordo com a demanda de passageiros que utilizam as linhas. “A gente procura levar as frotas maiores para dar um conforto à população”, afirma, defendendo que algumas linhas, inclusive as que rodam em Mussurunga, poderiam ser mais bem aproveitadas com a implantação de roteiros mais curtos. “Uma parte dos ônibus que fazem o roteiro do Barra 3, por exemplo, poderia ir até a Barra, fazendo o percurso normal, e voltar do meio do caminho. A gente precisa otimizar isso, rever e melhorar a freqüência”, esclarece.
A estudante Carolina Silva, 19 anos, conta que o segredo para pegar ônibus na Estação é ter muita paciência. “Eu chego aqui à noite. Os intervalos são enormes. O setor que eu moro, a partir das 20h, só tem ônibus de 40 em 40 minutos. Isso é uma verdadeira falta de respeito com o cidadão que paga impostos”, reclama. Na mesma situação, a universitária Soraya Matos, 22 anos, lê enquanto espera na fila, mas acaba perdendo grande parte do dia à espera de transporte. “Nós que somos passageiros, que pegamos ônibus todos os dias, é que sabemos o que deve melhorar. Eles têm que ouvir a gente”, afirma, sugerindo que a Superintendência de Transportes Públicos, da Prefeitura Municipal, interfira no assunto.
De acordo com Moisés Ataíde, as medidas para melhorar o transporte na Estação Mussurunga serão tomadas após pesquisa no local. “Nós vamos ver onde a linha está ociosa e vamos melhorar isso. Será feito um acompanhamento interno para ver como melhorar e vamos melhorar mesmo.Vamos tomar todas as medidas cabíveis”, promete. “Dentro de três semanas nós vamos dar uma resposta”, garante. Contato com a STP podem ser feitos através da Central de Atendimento e Assistência às Comunidades (CIAC) pelo telefone 71 3371-1580.
Às 6 horas da manhã, as filas na Estação Mussurunga já parecem intermináveis e os ônibus que possuem capacidade para 90 pessoas, sentadas e em pé, saem com mais de 100 passageiros. Em meio ao desconforto, a maioria reclama das péssimas condições em que são transportados. “Isso é um absurdo. É vergonhoso o trabalhador digno, que levanta cedo, ter que pegar um ônibus lotado como esse”, reclama a empregada doméstica Jacira Campos, 32 anos, enquanto aguarda a chegada do coletivo que vai levá-lo ao emprego.
Com capacidade para atender a cerca de 100 mil usuários por dia, a Estação Mussurunga, construída para desafogar o trânsito na região da Avenida Paralela (que integra bairros como Mussurunga, Itapuã, São Cristóvão, Alto do Coqueirinho e Bairro da Paz), desperta queixas dos usuários incomodados com o serviço oferecido. Eles reclamam de filas longas e do tempo de espera por ônibus como aqueles que servem às linhas de Jardim das Margaridas, Imbuí e Brotas.
“Acredito que os intervalos dos ônibus deveriam ser reduzidos nos horários de 7h e 18h. Durante os outros horários não tem necessidade do intervalo entre um ônibus e outro ser de 15 minutos”, afirma a moradora do Parque São Cristóvão, Marjorie Paz. Para ela, os microônibus - que têm substituído ônibus em áreas - deveriam ser descartados, sobretudo, nos horários de maior movimento, quando aumenta a quantidade de pessoas saindo ou chegando em casa.
Segundo o gerente de projetos da Secretaria de Transportes Públicos de Salvador (STP), Moisés Ataíde de Brito, a frota aumenta de acordo com a demanda de passageiros que utilizam as linhas. “A gente procura levar as frotas maiores para dar um conforto à população”, afirma, defendendo que algumas linhas, inclusive as que rodam em Mussurunga, poderiam ser mais bem aproveitadas com a implantação de roteiros mais curtos. “Uma parte dos ônibus que fazem o roteiro do Barra 3, por exemplo, poderia ir até a Barra, fazendo o percurso normal, e voltar do meio do caminho. A gente precisa otimizar isso, rever e melhorar a freqüência”, esclarece.
A estudante Carolina Silva, 19 anos, conta que o segredo para pegar ônibus na Estação é ter muita paciência. “Eu chego aqui à noite. Os intervalos são enormes. O setor que eu moro, a partir das 20h, só tem ônibus de 40 em 40 minutos. Isso é uma verdadeira falta de respeito com o cidadão que paga impostos”, reclama. Na mesma situação, a universitária Soraya Matos, 22 anos, lê enquanto espera na fila, mas acaba perdendo grande parte do dia à espera de transporte. “Nós que somos passageiros, que pegamos ônibus todos os dias, é que sabemos o que deve melhorar. Eles têm que ouvir a gente”, afirma, sugerindo que a Superintendência de Transportes Públicos, da Prefeitura Municipal, interfira no assunto.
De acordo com Moisés Ataíde, as medidas para melhorar o transporte na Estação Mussurunga serão tomadas após pesquisa no local. “Nós vamos ver onde a linha está ociosa e vamos melhorar isso. Será feito um acompanhamento interno para ver como melhorar e vamos melhorar mesmo.Vamos tomar todas as medidas cabíveis”, promete. “Dentro de três semanas nós vamos dar uma resposta”, garante. Contato com a STP podem ser feitos através da Central de Atendimento e Assistência às Comunidades (CIAC) pelo telefone 71 3371-1580.
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